amilcarpires

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Uploaded 11 Ιουλίου 2018

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50 εμφανίσεις, 2 αποθηκεύσεις

κοντά στην περιοχή Santa Apolónia, Bragança (Portugal)

Se não conhece Trás-os-Montes, Bragança é uma boa porta de entrada na região. Situada no cantinho superior direito do país, é capital de distrito e uma caixinha de surpresas, do património à natureza, da gastronomia às tradições.
Visitar o coração da cidade é como recuar no tempo. O que chegou até à atualidade permite-nos imaginar como foi a vida no passado, ou tentar imaginar, pelo menos. Assim, parta a pé para a cidadela. É imponente! Vai ver o Castelo com a sua grande torre quadrangular e a bela muralha com torreões circulares do século XV. Se for fã de espadas, armas e uniformes, entre na Torre de Menagem para visitar o Museu Militar. Deve mesmo entrar, afinal, a defesa está no ADN desta cidade, palco de muitos combates ao longo da história, nomeadamente para estabelecer as linhas de fronteira.
Um edifício intrigante é a célebre “Domus Municipalis”. De arquitetura românica civil, pensa-se ter sido construída no início do século XV. Tem dois espaços diferentes. Em baixo, fica a cisterna, em cima, o belo salão onde a luz entra através de janelas em arco onde seria o local de reunião dos “homens bons”.
A dois passos fica o Pelourinho, também medieval, assente sobre um “berrão”, uma porca, que remonta aos povos castrejos da proto-história.
Por aqui também encontra outras histórias. Por exemplo, as que se contam no Museu Ibérico da Máscara e do Traje, onde se expõem máscaras, trajes e adereços vários feitos por artesãos dos dois lados da raia e se fica a conhecer melhor as tradições das “Festas de Inverno” desta parte de Trás-os-Montes e da vizinha zona espanhola de Zamora.
E por falar em Museus, em Bragança tem uma mão cheia de bons museus para ver. No Centro de Arte Contemporânea Graça Morais pode conhecer melhor a obra da artista transmontana de renome e ver esta região através dos seus quadros. Se gosta de fotografia, dê um salto ao Centro de Fotografia Georges Dussaud e, não se esqueça porque vale a pena, visitar o Museu do Abade de Baçal. Também não se esqueça de visitar a Sé renascentista de Bragança. Construída no século XVI, foi ocupada por monges jesuítas que fundaram um colégio nas suas instalações. Ostenta um altar dourado e elaboradas pinturas no teto da sacristia, tendo sido elevada a catedral no ano de 1764, quando a diocese foi transferida para Bragança.
Tanta visita vai abrir-lhe o apetite e Bragança é um bom sítio para se ter apetite, diga-se. Tem aqui restaurantes que são quase tão conhecidos como os Museus!
Bom passeio…
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Mãe D'água do Loreto

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Ciclovia do Fervença

Esta obra resultou da parceria entre o Programa Bragança Ativa e o Programa Polis (Corredor Verde do Fervença) que, entre outras iniciativas, recuperaram o Rio Fervença e a envolvente das suas margens. A Ciclovia começa por abraçar todo o Campus Académico de Santa Apolónia (Instituto Politécnico de Bragança) seguindo, depois, pela margem direita do Rio Fervença até à Casa da Seda e ao Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental (Centro de Ciência Viva). Ao longo da Ciclovia vai cruzar-se com a Balança Florestal, as várias Escolas do Campus Universitário, com a Mãe d'Água do Loreto, com a Casa do Mel, com o Miradouro e a Capela do Senhor da Piedade, com a Casa da Seda e com o Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental, entre outros. A cidade de Bragança oferece excelentes pontos de visita, particularmente, a Cidadela com o Castelo, as Portas da Vila, a Torre de Menagem e a Torre da Princesa, a Domus Municipalis, etc..
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Moinho D'água

Um moinho de água, ou azenha, é qualquer tipo de mecanismo capaz de aproveitar a energia cinética da movimentação de águas e que permite, moer grãos, irrigar grandes arrozais, drenar terras alagadas e até gerar eletricidade.
Γέφυρα

Pontes Gémeas

πάρκο

Jardim Dr. António José de Almeida

Jardim dos Espelhos, o nome comum do Jardim António José de Almeida, é um pequeno jardim junto das traseiras da Sé de Bragança. É conhecido como Jardim dos Espelhos precisamente por causa dos espelhos redondos que lá se encontram. É um espaço agradável, arborizado, com bancos, um coreto e um lago, onde se podem passar uns bons momentos em convívio ou brincadeiras com os mais novos.
πηγή

Fonte das Fontaínhas

Esta antiga fonte fica na margem direita do rio Fervença. Edificada com grandes pedras de granito trabalhado e uma parte em ferro, por onde sai a água, que, atualmente, não é visível, devido ao caudal do rio, data, provavelmente, de 1833.
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Casa da Seda

Sediada num antigo moinho recuperado, que alberga uma exposição relacionada com património histórico, cultural e ecológico do bicho-da-seda na região.
πανόραμα

Miradouro Sobre a Cidadela e Castelo

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Centro Ciência Viva

É uma associação científica e técnica sem fins lucrativos que integra a Rede Nacional de Centros Ciência Viva, atualmente com 20 Centros disseminados por todo o país. O CCVB agrega dois espaços interativos com uma oferta expositiva permanente, o edifício eco eficiente - Edifício Sede – construído com soluções inovadoras no que respeita à sua climatização (sustentabilidade energética), que é um espaço que encerra temáticas expositivas pluridisciplinares relacionadas com as energias renováveis; e a Casa da Seda, sediada num antigo moinho recuperado, que alberga uma exposição relacionada com património histórico, cultural e ecológico do bicho-da-seda na região. Inscreve assim como missão central a construção de uma cidadania ativa assente na promoção do conhecimento científico e na divulgação e disseminação da ciência e da tecnologia. Enquanto canal de acesso privilegiado ao mundo da ciência, na missão do CCVB prioriza-se o envolvimento do cidadão e o estímulo favorável na democratização do conhecimento e comportamento face a questões de extrema pertinência, como é o caso da sustentabilidade energética e do meio ambiente.
φωτογραφία

Museu Jardim José Fontana

Γέφυρα

Ponte dos Batocos - Caleira em Granito

Sacred architecture

Igreja de São Vicente

É dos templos religiosos mais emblemáticos da cidade, sendo palco de dois acontecimentos históricos. Um desses acontecimentos deve-se a um dos mais badalados romances da época em que se crê que aqui se realizou o secreto casamento de D. Pedro I e Dona Inês de Castro. O segundo deveu-se às Invasões Francesas em que partiu daqui a oposição às tropas Francesas, que alastrou por Trás-os-Montes e Norte de Portugal. Também no campo arquitetónico as opiniões se dividem entre o românico e o gótico, sendo contudo dos meados do séc. XIII. Entre os sécs. XVI, XVII e XVIII, o templo sofreu obras de remodelação e ampliação, justificado pelo estado de degradação e também devido à sua posição como a praça multifuncional, e por nela ter sede a Confraria de Santo Cristo. Exteriormente apresenta um portal maneirista ladeado por um chafariz que ostenta as armas reais, o passo que demonstra a importância da Semana Santa e terminando com o painel de azulejos comemorativo da proclamação, em 1808, do General Sepúlveda contra as Invasões Francesas. Interiormente, a capela de Santo Cristo mostra o recurso a soluções arcaizantes. A talha dourada do Barroco está localizada na capela-mor, numa manifestação artística que visava fazer do templo uma Domus Aurea.
Sacred architecture

Convento e Igreja de São Bento

O Convento foi fundado em 1590, a mando de uma dama nobre Brigantina, utilizando as suas casas e da qual subsiste atualmente o brasão de armas no exterior da Igreja. Sendo para receber as filhas nobilitadas da cidade e região, a dita dama colocou o Convento sob a proteção de Santa Escolástica, a irmã do Patriarca S. Bento. O acesso à Igreja fazia-se por uma porta lateral com uma construção baseada numa estética maneirista. O teto da nave é em madeira abobadado e ostenta uma pintura cenográfica. A capela-mor possui um notável retábulo do séc. XVIII, apresentando um figurino do estilo nacional com uma particularidade no teto de alfarge.
Sacred architecture

Convento e Igreja de São Francisco de Assis

Não se sabendo o ano exato deste conjunto de São Francisco, é certo que pertence ao séc. XIII, de um estilo românico. Vem mais tarde a sofrer obras no séc. XVII, aquando de um período de prosperidade que o convento atravessa, por intermédio de Pascoal de Frias, abade de Carrazedo. Considerado um homem inteligente no seio da Igreja, institui uma capela funerária junto ao templo, mais concretamente à capela-mor, fazendo ainda obras na nave da igreja e nas restantes dependências conventuais. A fachada da igreja é rasgada por um portal em arco de volta perfeita ladeada por duas colunas salientes, sustentando um elegante entablamento e sobrepujado por uma janela na vertical. No interior, a nave única retangular é iluminada lateralmente por janelões que rompem mesmo parte da abóbada. A capela-mor é profunda, com abóbada de berço de caixotões. Entre os anos de 1726 a 1742 este conjunto sofreu dois violentos incêndios, destruindo parte da igreja e do convento. Mesmo com todos estes percalços sofridos, este Conjunto de São Francisco está classificado como Imóvel de Interesse Público.
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Cidadela de Bragança

Uma cidade dentro de outra com quase 900 anos de diferença. A cidade dos primórdios da Nacionalidade iniciou-se e reforçou-se, tornando-se na cidade de hoje. Sem dúvida teve o seu papel abrangente na formação e decorrer da História de Portugal. O pequeno perímetro da Cidadela Brigantina serviu para a defesa da antiga vila medieval. Perímetro este que defendia as pequenas casas da povoação, a Igreja de Santa Maria, Pelourinho, Castelo, Torre de Menagem e finalmente o único Domus Municipalis Romano existente em Portugal. Este recinto intra-muros e o Castelo estão classificados como Monumentos Nacionais.
Sacred architecture

Igreja de Santa Maria Maior

Situada intra-muros da Cidadela de Bragança, foi edificada no séc. XVII e também é conhecida como Igreja de Nossa Senhora do Sardão. Este nome deve-se a uma lenda existente em que, após a expulsão dos Muçulmanos, esta foi descoberta entre penhascos povoados por sardões, sobranceiros aos rios Fervença e Sabor. Considerada como a igreja mais velha de Bragança, a igreja de estilo românica foi, durante dois séculos, modificada, tendo resultado num estilo Barroco. A fachada apresenta um portal barroco ricamente decorada com duas colunas salomónicas decoradas por folhas de vides e cachos encimado por um frontão interrompido por um nicho. O seu interior é formado por três naves separadas por colunas poligonais, que sustentam os arcos e uma pintura cenográfica, na cobertura do corpo da Igreja, representando a Assunção da Virgem.
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Domus Municipalis

A “Domus Municipalis” de Bragança é um monumento singular da Península Ibérica, com um traçado perfeito que se inscreve no âmbito da arquitetura civil românica. Situado no coração da cidadela, é certamente o mais destacado monumento da cidade de Bragança – símbolo de poder do municipalismo português. A sua génese data dos finais do século XIII, segundo a tese do historiador de arte Carlos Alberto Ferreira de Almeida. Possui uma cisterna e uma sala de reuniões do conselho municipal. As sólidas paredes de granito definem uma planta pentagonal irregular, cujas cinco faces têm dimensões muito variáveis (a de maior extensão tem 14 metros e a de menor tem cerca de 3 metros). No lado de maior extensão, encontram-se duas portas de vão retangulares que dão acesso ao interior do monumento. A toda a sua volta observa-se uma série contínua de janelas de arco abatido. Cada qual com o seu próprio cariz: molduras lisas, exceto as sete viradas para Este, que possuem uma arquivolta com decorações em baixo-relevo em forma de estrela. Ainda no primeiro piso encontramos um salão amplo, com pavimento lajeado. É percorrido por um banco de pedra, em toda a sua volta, que se julga ter sido o assento para os munícipes que participavam nas reuniões camarárias da cidade de Bragança.
κάστρο

Castelo de Bragança

O pequeno Castelo de Bragança está situado no interior da Cidadela. Construído sobre uma primitiva fortificação, foi erguido no reinado de D. Afonso Henriques quando esta região pertencia ao seu cunhado, Fernão Mendes. Esta estrutura defensiva veio a ser melhorada no reinado de D. Sancho I, tendo à povoação sido concedido, pelo mesmo Monarca, o foral. Como a Nacionalidade era bastante recente, com bastantes crises entre Portugal e Espanha, entre elas a sucessão de D. Fernando, com o alcaide de Bragança João Afonso oscilando entre os dois países. Entretanto, esta oscilação do alcaide fez com que D. Nuno Álvares Pereira interferisse, acabando por D. João I ser reconhecido como Monarca. Sendo assim, a precária situação fez com que este Monarca reforçasse com melhoramentos nas defesas do Castelo, aproveitando as obras para edificar a Torre de Menagem. Como em muitos outros casos, e devido à sua posição geográfica, o Castelo de Bragança foi um baluarte desde o início da Nacionalidade, com as crises iniciais entre Portugal e Espanha, mais tarde com a Guerra da Restauração e finalmente com as Guerras Napoleónicas. O Castelo de Bragança é Monumento Nacional desde 1910.
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Pelourinho de Bragança

Um Pelourinho que faça parte da vida quotidiana de uma povoação, representava para esta mesma uma dádiva dos Monarcas de então por razões mais variadas como o poder político, económico ou territorial. No caso de Bragança corresponde à sua situação geográfica, mostrando-nos que esta região foi habitada desde o tempo do Paleolítico, havendo por isso indícios desde esses tempos, como é o caso da base deste Pelourinho, representando um monumento proto-histórico. Com uma situação geográfica difícil mas privilegiada, a longa história da cidade vai provocar sucessivos povoamentos e arrasamentos até que, com D. Sancho I, estes reveses vão acabar privilegiando a povoação, concedendo-lhe o foral. Assim aconteceu no ano de 1187, seguindo-lhe um segundo foral, desta vez concedido por D. Manuel em 1514. Como habitualmente acontecia a qualquer povoação que lhe fosse concedida o foral, a construção do Pelourinho era inevitável. Contudo, neste caso, a existência de um outro mais antigo prevaleceu, possivelmente do séc. XIII, e que ainda hoje resiste em pé ao lado do Castelo. Situado intra-muros da Cidadela, levanta-se sobre um soco de quatro degraus octogonais, de rebordo boleado. Tem a seguir a sua maior particularidade, como base uma figura proto-histórica denominada de berrão (ou porca, frequente no Nordeste Transmontano), uma coluna cilíndrica e lisa, com mais de seis metros de altura. O capitel, um largo anel cilíndrico, de onde irrompem quatro braços em cruz. Finalmente, sobre o capitel apresenta-se uma grande figura de bocarra aberta, servindo um brasão, apresentando entre as suas quatro patas em garra, em que de um lado vê-se as cinco quinas e do outro um castelo. Este, como todos os outros Monumentos existentes neste largo, está classificado como Monumento Nacional desde 1910.
Μουσείο

Museu Ibérico da Máscara e do Traje

Situado na rua principal da Cidadela, inaugurado a 24 de Fevereiro de 2007, é um espaço de divulgação das tradições relacionadas com as Máscaras do Nordeste Transmontano e da região de Zamora (parceria entre o Município de Bragança e a Diputación de Zamora). O seu objetivo primordial consiste na dinamização cultural de uma região do interior peninsular e evidenciar um elemento cultural único, as máscaras, presente nas conhecidas “Festas de Inverno”, que servem de ponto de partida para todo um conjunto de atividades de cariz etnográfico, direcionadas não só para as regiões envolvidas no projeto mas principalmente para as que não lhe são diretamente ligadas. As Festas de Inverno são manifestações culturais, transmitidas ao logo dos tempos de forma oral, convertendo-se em costumes, tradições e estilos de vida específicos desta região transfronteiriça. Incluem rituais milenares, passados de geração em geração, unindo o passado e o presente de forma singular e contribuem para o conhecimento de uma região que ultrapassa as limitações geográficas. Constituem, inequivocamente, um importante e forte traço diferenciador de uma identidade própria, única, representando, assim, um valioso património cultural que se circunscreve em âmbitos territoriais supranacionais. Neste museu, estão expostas máscaras, trajes, adereços e objetos usados nas “Festas de Inverno” em Trás-os-Montes e Alto Douro e nas “Las Mascaradas de Invierno” da região de Zamora. O Museu Ibérico da Máscara e do Traje nasceu num contexto de aposta na temática da máscara como elemento identificador de uma região que, ainda, mantém as suas características e as suas tradições.
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Estátua de D. Fernando I Duque de Bragança

Fernando de Portugal, depois Fernando I de Bragança foi o II Duque de Bragança, filho segundo do I Duque D. Afonso I. Sucedeu no ducado por morte de seu pai, em 1461.
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Fundação Os Nossos Livros

“Mesmo, na sociedade atual, o livro permanece o seu instrumento mais nobre, garantia de comunicabilidade e desenvolvimento, promoção de ideias, linhas de ação, frutificação desejável dos vindouros. A Fundação terá como fim o enriquecimento cultural, a difusão do amor pelos livros, estudo, especialização e afirmação da inteligência literária e histórica. Desejo que o centro de cultura a erguer se amplie e cresça frondosamente, por novas deixas, ajudas e benemerência estadual, preparando estudiosos especializados, investigadores, homens de letras, tecno-profissionais, regionalistas cultos.”
Μουσείο

Museu do Abade de Baçal

O Museu foi criado por decreto lei em 13 de Novembro de 1915 sob a designação de Museu Regional de Obras de Arte, Peças Arqueológicas e Numismática de Bragança. Em 1935, data da jubilação do Abade de Baçal, passa a designar-se Museu do Abade de Baçal, em homenagem ao erudito, investigador e também Diretor do Museu entre 1925 e 1935. Revestiu-se de grande importância para o Museu a ação do Dr. Raul Teixeira, Diretor do Museu entre 1935 e 1955. Grande impulsionador da cultura da região e defensor do seu património, desempenhou um papel decisivo na projeção da instituição e na angariação de parte significativa do seu acervo, através das excelentes relações que tinha junto dos meios culturais e artísticos da época. As principais coleções que integram o acervo do Museu são Arqueologia, Epigrafia, Arte Sacra, Pintura, Ourivesaria, Numismática, Mobiliário e Etnografia. O espólio do Museu tem sido gradualmente enriquecido através de doações, legados e aquisições.
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Casa do Arco - Solar dos Pimentéis

Casa apalaçada, de arquitetura civil seiscentista, terminando, do lado poente, em torreão. Pertenceu à família dos Morais, Pimentéis e Bacelares. Em 1694 foi construída a abóbada que uniu as duas casas que pertenciam ao proprietário. Já no início do século XIX, o solar sofreu obras de ampliação.
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Convento e Igreja de Santa Clara

O aparecimento do Convento na cidade de Bragança teve as mesmas razões de outros conventos em outras cidades, o acolhimento das filhas dos senhores mais abastados da cidade. A sua construção iniciou-se em 1569, tendo as primeiras freiras entrado para este no ano de 1598. Deste conjunto religioso subsiste a Igreja e duas alas que estão anexadas, que correspondem a alas do antigo claustro. Sendo um edifício do séc. XVI, a sua época barroca apresenta elementos renascentistas para o destaque na igreja, como é o portal, apresentando-se em arco de volta perfeita ladeado por colunas coríntias, suportando o frontão triangular. Também na fachada possui janelas retilíneas. No seu interior, a capela-mor apresenta o seu retábulo em talha dourada em estilo nacional. Também um teto com berço apainelado e o arco triunfal de volta perfeita revestido a talha ladeada por dois retábulos de talha em branco de estilo nacional.
Μουσείο

Museu Etnografico Dr. Belarmino Afonso

Este museu, situado na Rua Dr. Herculano da Conceição de Bragança, exibe coleções de natureza etnográfica compostas por peças recolhidas por Belarmino Afonso e doadas por particulares, que representam a cultura transmontana.
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Praça da Sé - Cruzeiro da Sé - Sé Velha de Bragança

Praça da Sé - Com a denominação da Sé, justamente por estar ao lado da Sé Velha. Pequeno largo no centro da cidade, é o ponto de partida em direção ao Castelo. Este largo tem nos seus quatro cantos a Sé Velha, o Solar dos Calaínhos e o edifício conhecido como Redondo e ao centro tem o maravilhoso e emblemático cruzeiro, com o seu fuste todo serpenteado. Cruzeiro da Sé - Situado na praça da Sé, a principal de Bragança, apresenta-se um cruzeiro com uma plataforma de três degraus quadrados, onde se ergue um fuste serpenteado e encimado por base coríntia e terminando com uma cruz. Sé Velha de Bragança - Com um início um tanto atribulado, a igreja que funcionou como Sé Catedral foi inicialmente projetada para, com o desejo do povo e do V Duque de Bragança, D. Teodósio, construir um Convento da Ordem das Clarissas. Estando numa fase de conclusão, este foi entregue, em 1561, à Companhia de Jesus que o transformou num colégio Jesuítico. Este colégio durante duzentos anos foi alvo de um nível cultural e religioso, acabando por receber a título universitário os cursos de Teologia, Filosofia e Humanidades. Com a expulsão da Companhia de Jesus de Portugal, o edifício foi entregue à diocese de Miranda do Douro. Estes, achando que o edifício não tinha dimensões para Sé, mandaram assim acrescentar um novo edifício. Com estes aproveitamentos e aumentos, a porta principal da igreja encontra-se na parte lateral, sob um estilo Renascentista, acolhendo no tímpano um nicho com a imagem de Nossa Senhora com o Menino. No seu interior apresenta uma abóbada nervada, é marcada pela talha dourada dos retábulos e pelo arco triunfal renascentista armoriado na pedra de fecho. A capela-mor apresenta uma abóbada em nervuras estreladas, ornamentada nos encontros destas nervuras, e lambril revestido a azulejos policromos do séc. XVII.
φωτογραφία

Homenagem ao Carteiro

Esta escultura urbana está localizada, como não poderia ser de outra forma, em frente à estação de correios. Foi feita em bronze pelo escultor Helder Carvalho no ano de 2002 e presta homenagem a um dos trabalhadores dos correios. Retrata um carteiro, vestido com o seu uniforme, em atitude de entrega de uma carta, e a seus pés a maleta cheia de cartas a distribuir.
πηγή

A Taça

Fonte, com vários repuxos, conhecida na cidade por Taça do Peixe ou Taça do Peixinho, visto que está encimada por um peixe de onde sai água, pela sua boca. Data de 1957.

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