Griszewski

Moving time  4 ώρες 49 λεπτά

Ώρα  μια ημέρα 6 ώρες 56 λεπτά

Σύνολο σημείων 3651

Uploaded 2 Ιουνίου 2018

Recorded Ιουνίου 2018

  • Rating

     
  • Information

     
  • Easy to follow

     
  • Scenery

     
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935 m
81 m
0
6,8
14
27,21 χιλιόμετρα

793 εμφανίσεις, 11 αποθηκεύσεις

κοντά στην περιοχή Barra do Ouro, Rio Grande do Sul (Brazil)

A logística foi nós, eu, Diogo e Jorge, irmos de carro até Barra do ouro, deixamos o carro lá e pedimos para um morador para nós levar até o Recanto do Sossego, onde iniciariamos nosso trekking. O Sr. Matuzza era um conhecido que morava na região e foi nosso parceiro em levar e fazer nosso resgate.
Fizemos o trekking em dois dias.

Dia 1- saímos de Porto Alegre as 07h e chegamos em Barra do ouro pelas 09h. Fomos de carro até o Recanto do Sossego onde lá começamos a caminhada. Começamos por volta das 11h.
Caminhamos até o entroncamento da trilha é Garapia e decidimos na hora em visitar a Cachoeira, já que estávamos tão próximo. Fomos até o Garapia e batemos umas fotos e ficamos ali um pouco. Tinha somente três pessoas fazendo rapel e nenhum turista. Realmente inacreditável para um feriado. Após um descanso e fotos, voltamos para a interseção da trilha. Um detalhe importante é que tinha um cachorro nos seguindo e até aí tudo bem. Passamos em frente a uma pousada e esse cão chamou mais cães. Depois passamos por outra residência e acabou vindo mais alguns cães. Quando chegamos na boca da trilha, estávamos sendo escoltados por 7 cães. Já no início tem que passar pelo rio, ali tocamos algumas pedras e assustados eles para recuarem e deu certo. Começamos a subir pela trilha, era 12:30 mais ou menos, e chegamos em um ponto que não havia entrada, mas era o caminho que tínhamos para ir. Então caímos coragem e começamos a subir aquele morro íngreme Mata a dentro, sem trilha nenhuma, apenas nos impulsionando pra frente. O Diogo pegou o facão e começou a abrir caminho, depois o Jorge também abriu um pouco e a gente olhava pra trás e olhava para o traçado de altitude e nao havíamos subido quase nada ainda. Subimos um pouco até chegar a uma possível trilha que estava muito apagada é que nem existia, mas seguimos em frente pela raça. Não havia como seguir nenhuma trilha nesta primeira fase , pois nem existia, então conversamos nós e decidimos subir o máximo que desse. Conseguimos chegar em um ponto que trilha uma Mata mais aberta e nela seguimos em frente. O cansaço é extremo pela inclinação desse morro. Ao todo acredito que fizemos umas 8 paradas de descanso. Chegará um ponto que terá uma interseção, para a eaquerda começa a descer o morro e direita continua subindo. Tem uma faixa na árvore, mas também colocamos uma garrafa pet para sinalização. A partir deste momento a trilha fica mais sinalizada e aberta. O caminho depois disso é basicamente seguindo o caminho da água, por valetas. Por ser muito íngreme, a trilha é sempre em ziguezague até o topo. No alto terá no meio da trilha uma pedra grande, ali é um mirante que dá pra descansar um pouco e tirar umas fotos. Seguindo moro acima o clima começa a ficar pesado, as pernas estavam exaustas e como não tínha almoçado nada, o Diogo me dei um ovo cozido e eu tomei tambem6 um carboidrato em gel. Isso me deu uma baita energia. Um pouco antes da Cachoeira da serrinha, tem um ponto de água corrente. Recomendo que peguem água neste momento. Um pouco mais a frente chegamos na Cachoeira da serrinha que por sinal é linda, deve ter uns 1002 metros e é um abismo o lugar. Por foto você nao dá nada, mas é linda. Há era cerca de 16:50 e continuamos para negar ao campo ainda com luz do dia. Em breve vai ter uma cerca, não deve ser passada por baixo e sim contornar a cerca e seguir pela lateral dela. Chegamos no campo as 17:20. Montamos rapidamente nosso acamps e fomos buscar lenha para a fogueira. Montamos no alto do campo por que poderia chover e também era Perto do Mato para buscar lenha. Sem dúvida que escolhemos um bom lugar. Após montarmos, estávamos nós três exaustos, combinamos de dormir um pouco. Às 20h acordamos e preparamos nosso jantar, fizemos a fogueira e ficamos conversando. Ficamos tomando um vinho em volta da fogueira até umas 22h, depois capotamos. Durante a noite, caiu bastante a temperatura, então um saco de dormir é indispensável.

Dia 2- acordamos pelas 06:30 e ficamos dentro de suas barracas até umas 07:00. Fizemos nosso café da manhã bem tranquilos, reacendemos a fogueira e ficamos ali relaxando. Pelas 08:30 começamos a levantar acampamento. Fica importante é que no campo, no lado esquerdo, tem pequeno poço de água, interessante pegar aquela água para fazer alimentos, lavar alguma louça e ate6 mesmo colocar um clorin e levar para a próxima parte da trilha. As 09:10 estávamos com a mochila pronta e partimos subindo o campo, o caminho é do outro lado da cerca, passando pelas caixas de abelhas. Seguimos sempre reto a partir daí, pela lateral da cerca e depois seguindo pela lateral da floresta. Nesta parte, terá um banhado no campo, é bem difícil de passar e ine inevitável não sujar sua bota. Seguindo em frente sempre, dará de cada com a estrada de chão, que deve ser seguida pela esquerda. A estrada vai até um ponto onde tem uma porteira grande do lado direito, que deve ser ultrapassada para seguir a trilha. Neste ponto eram já 11:30. Seguindo pela propriedade onde tem um galpão, paramos para fazer nosso almoço. Ali era o início da trilha de retorno. Começamos a trilha As 12:45. A trilha de retorno é em sua maior parte bastante aberta, mas com bastante lodo no chão. Por ser úmido, bastante barro e lodo. Até a metade da trilha é bem tranquilo e recomendo aumentar o passo nesse percurso pela sua dificuldade ser média. Começa a descer o morro por ziguezague. Na metade da trilha, começa ficar difícil. Mata muito fechada e caminhos bem estreitos de trilha. A gente não estava mais ligando pro mato e ia com a mão mesmo abrindo caminhando, não é atoa que estou cheio de arranhões nos braços. O pé começa a doar muito por que você tem que ir segurando o seu corpo. Com a mochila pesada, os ombros já começam a latejar demais. Após passarmos essa Mata fechada, começamos a costear o morro. Conseguimos chegar no leito do rio às 15:30, ali paramos e descansamos. Terá cerca de 5 travessias do rio. A partir dali basicamente é seguir em frente por um único caminho até começar a estrada. O caminho até a rota do Sol é longo, basicamente 1h de caminhada até a faixa. Neste ponto de estrada de chão você já terá acesso ao celular, rede de telefonia. Recomendo ali mesmo já lugar para seu resgate , seja amigo ou taxistas e combinar uma tenda para ele te resgatar e o horário. Existem várias tendas ao ponto de saída ( igreja), então uma delas é a melhor opção. Fora que na tenda, pedimos uma coca cola bem gelada.
Um detalhe importante que esqueci de citar, os 7 cachorros nos seguiram pela trilha é e fizeram toda a travessia conosco, até chegarmos na rota do sol, onde corremos eles para que não desse nenhum a acidente.

Considerações finais: esta trilha está em péssimo estado, não há sinalização, não há trilha bem demarcado no solo, muito íngreme ( 94t metros de altitude), pouco ponto de água, e Mata muito fechada. Pessoas inexperientes não devem faze-la. Caso você é um louco por aventura como eu, Diogo e Jorge, recomendamos muito que cada um dos integrantes leve um facão, levam 2 litros de água, calça e camisa de manga comprida, bastantes pastilhas de clorin para purificação da água e comam bem antes de começar a trilha. Me refiro a um bom café da manhã com carboidrato. Também recomendo que todos os integrantes tenham pelo menos 2 géis de carboidrato cada um.
Este foi um relato bastante fiel e verdadeiro, qualquer dúvida podem colocar nos comentários ou chamar2 no whats: 5195943448 ( é melhor).

Pensem bem se vão encarar, é um desafio para poucos.

Um abraço.

Mateus Griszewski

10 αξιολογήσεις

  • Φωτογραφίες jorgemoreira.hs

    jorgemoreira.hs 2 Ιουν 2018

    Trilha para poucos!

  • Φωτογραφίες Diogo Rhoden

    Diogo Rhoden 2 Ιουν 2018

    I have followed this trail  View more

    Parabéns pelo relato Mateus!! Ficou rico em informações e detalhes. Os próximos doidos que resolverem encarar a trilha estarão mais preparados.. Heheheh

  • Φωτογραφίες jorgemoreira.hs

    jorgemoreira.hs 3 Ιουν 2018

    Trilha para poucos!

  • Φωτογραφίες jorgemoreira.hs

    jorgemoreira.hs 3 Ιουν 2018

    I have followed this trail  View more

    Trilha para poucos!

  • Φωτογραφίες moisesalexandregomes

    moisesalexandregomes 19 Ιουν 2018

    Tudo certo gurizada? Eu conheço o Diogo pessoalmente, baita banda deram. Eu e um amigo vamos sair de férias e emendar desde morro do forno a trilha das cumeiras com essa. Porém, iriamos descer de bananeiras para o garapiá. O que acham? Algum cuidado por estar descendo acham? Ja guardei aqui aqui a trilha de vocês, abraço.

  • Φωτογραφίες Lucas Rigon

    Lucas Rigon 23 Ιουλ 2018

    Valeu pelo relato! vamos fazer essa trilha no feriado de 20/09.

  • Φωτογραφίες Griszewski

    Griszewski 2 Σεπ 2018

    Olá Moises, desculpe pela demora na resposta. Essa trilha há diversos problemas, uma delas que você tem que se preocupar é que não há caminho no chão, isto é, vai precisar de técnicas de orientação, um facão e muita raça. Talvez o caminho inverso seja mais fácil, o maior problema está nos primeiros 300m de altitude do primeiro Morro ( garapia), pois você vai sair no meio de uma plantação/mato fechado. De resto está tranquilo. Ah outra questão, o início dela mas bananeiras também é bastante complexa, muita fechada é fácil de se perder. Abraço

  • Φωτογραφίες Griszewski

    Griszewski 2 Σεπ 2018

    Olá Lucas, três dicas valiosas para esse trekkinf: muita água, gel carboidrato e facao. Abraço

  • Φωτογραφίες Feijó

    Feijó 23 Σεπ 2018

    alguém pretende refazer esta trilha este ano ainda?

  • Φωτογραφίες Feijó

    Feijó 26 Σεπ 2018

    qual melhor GPS pra usar off line?

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