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κοντά στην περιοχή Corrego Grande, Santa Catarina (Brazil)

O Parque Ecológico do Córrego Grande é uma unidade de conservação localizada no município brasileiro de Florianópolis. Com área de 21,3 hectares, está localizado na região centro-oeste da Ilha de Santa Catarina, entre os bairros do Córrego Grande e Santa Mônica, integralmente em área urbana. Apresenta relevo plano, cortado por cursos d'água, sendo utilizado para realização de atividades de recreação, lazer, educação ambiental, pesquisa e cultura voltadas à área ambiental.
Essa unidade era uma antiga reserva florestal do IBDF, posteriormente do IBAMA, tendo sido cedida ao município. Na década de 1990 este parque ficou anos fechado ao público, em razão de um acidente que ocorreu no mesmo envolvendo um pai com seu filho que foram atingidos por um eucalipto em um dia de fortes ventos. Após reformas e recuperação da vegetação nativa, o Parque Ecológico do Córrego Grande foi reaberto à visitação no dia 3 de dezembro de 2001.
Atualmente, funciona todos os dias, das 7 às 18 horas, possui estrutura para passeios familiares e conta com mais de 100 espécies de árvores identificadas. Dotado de equipamentos de lazer (lago, pistas de caminhada, bancos rústicos), recebe uma média de 500 visitantes diariamente, sendo que este número dobra nos finais de semanas e feriados. O período da tarde é o preferido e o público é composto sobretudo de famílias, com freqüência de visitação de 3 a 4 dias por semana. O ingresso de animais de estimação no parque é proibido.
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Entrada parque

Até o início do século passado a região onde hoje se localiza o Parque Ecológico Municipal Prof. João Davi Ferreira Lima ou popularmente Parque Ecológico do Córrego Grande, foi uma chácara de produção de leite, com vegetação rasteira composta principalmente por capim melado e capim gordura, espécies exóticas introduzidas no Brasil. No ano de 1946, o Governo Federal adquiriu a área e investiu no seu reflorestamento, Plantando pinus e eucaliptos. A área de 21,3 hectares funcionou como a primeira base de reflorestamento de Pinus elliotti no Sul do Brasil, servindo de modelo e fornecendo mudas de espécies exóticas. Em 1991, a área passou a ser base técnica de operação do então recém criado IBAMA, que começou a redirecionar as potencialidades do local para a conservação da biodiversidade, passando a permitir o estabelecimento natural das espécies vegetais nativas, produzindo inclusive, mudas para o plantio na área e para distribuição na comunidade. Também funcionavam um Centro de Resgate e Triagem de Animais Silvestres, um posto de controle e fiscalização do IBAMA e a administração da reserva biológica do Arvoredo. Em 5 de agosto de 1994 era inaugurado o Parque Ecológico do Córrego Grande , graças a um convênio entre IBAMA, prefeitura e COMCAP. Nesta época a abertura do parque tratava-se de um marco histórico, já que a cidade almejava ser a capital turística do MERCOSUL, portanto deveria se preocupar também com a natureza. Infelizmente, 51 dias após sua abertura o parque foi fechado devido a uma forte tempestade com ventos de aproximadamente 100km/h que derrubou muitas árvores, na qual uma delas foi um grande Eucalipto de cerca de 30m que resultou num acidente, e ocasionou o fechamento do parque. Em 1995 é criada a Fundação Municipal de Meio Ambiente de Florianópolis o que possibilitou um trabalho mais efetivo na área, ajudando na administração do parque através da reafirmação do termo de cooperação técnica agora entre IBAMA, COMCAP, PMF-SME e FLORAM. No ano de 1996 a comissão de gerenciamento do parque começou o repovoamento com espécies nativas no parque onde foi realizado o corte dos pinus e eucaliptos. Em 2001, a Prefeitura interessada em reabrir o parque conseguiu junto ao Ministério do Meio Ambiente e IBAMA a concessão administrativa por cinco anos da área. Hoje o Parque encontra-se em estágio inicial de sucessão, mas ainda pode-se observar a persistência da espécie Pinus que insiste em rebrotar em algumas áreas do parque.
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Bambuzeiro

Bambu é a planta da subfamília Bambusoideae, uma da família das gramíneas (Poaceae ou Gramineae). Essa subfamília se subdivide em duas tribos, a Bambuseae (os bambus chamados de lenhosos) e a Olyrae (os bambus chamados herbáceos). As opiniões variam muito e novas espécies e variedades são acrescentadas ano a ano, mas calcula-se que existam cerca de 1250 espécies no mundo, espalhadas entre 90 gêneros, presentes de forma nativa em todos os continentes menos na Europa. Habitam numa alta gama de condições climáticas (zonas tropicais e temperadas) e topográficas (do nível do mar até acima de 4.000 metros).
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Trilha do pau jacaré

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Pau jacaré

Pau-jacaré (Piptadenia gonoacantha) ou monjoleiro, também chamado icarapé na Bahia, jacaré no Sul do Brasil e Sudeste, jacarazeiro no Paraná, casco-de-jacaré em Santa Catarina caniveteiro e monjolo em Minas Gerais, angico no Distrito Federal e angico-branco, camboeteiro, camoeteiro e serreiro em São Paulo, é uma árvore semicadufólia endêmica do Brasil. O nome popular se dá pela aspereza do tronco, semelhante ao couro de jacaré.[1][2] Foi classificada em 1919 por J. F. Macbride (Martius) como Piptadenia gonoacantha.
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Horto

Trilha calçada com fácil acesso.
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Palmiteiro

A juçara ou içara (Euterpe edulis), também chamada jiçara, palmito-juçara, palmito-doce, palmiteiro e ripeira, é uma palmeira nativa da Mata Atlântica, no Brasil, que dá o palmito do tipo juçara. Está ameaçada de extinção.
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Pracinha

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Pau-Brasil

O pau-brasil ou pau-de-pernambuco (atual Paubrasilia echinata Lam. — Gagnon, H.C.Lima & G.P.Lewis; antiga Caesalpinia echinata Lam.[1]), também chamado arabutã, ibirapiranga, ibirapitá, ibirapitanga, orabutã, pau-de-tinta, pau-pernambuco e pau-rosado, é uma árvore leguminosa nativa da Mata Atlântica, no Brasil. A árvore alcança entre dez e quinze metros de altura e possui tronco reto, com casca cor cinza-escuro, coberta de acúleos, especialmente nos ramos mais jovens. As folhas são compostas bipinadas, de cor verde médio, brilhantes. As flores nascem em racemos eretos próximo ao ápice dos ramos. Possuem quatro pétalas amarelas e uma menor vermelha, muito aromáticas; no centro, encontram-se dez estames e um pistilo com ovário súpero alongado. Os frutos são vagens cobertas por longos e afiados espinhos, que devem protegê-los de pássaros indesejáveis, pois estes comeriam os frutos. Contém de uma a cinco sementes discoides, de cor marrom. A torção do legume, ao liberar as sementes, ajuda a aumentar a distância da dispersão. Pela Lei 6.607, de 7 de dezembro de 1978, o pau-brasil foi declarado árvore nacional do Brasil.
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Jacaré-de-papo-amarelo

O jacaré-de-papo-amarelo (nome científico: Caiman latirostris) é um réptil crocodiliano da família Alligatoridae e gênero Caiman. É amplamente distribuído pelo sudeste da América do Sul, ocorrendo em qualquer ecossistema associado à água nas bacias dos rios Paraná, Paraguai, Uruguai e São Francisco, sendo comum desde o extremo leste do Brasil até o Uruguai. Também ocorre em ecossistemas costeiros, como mangues. É um animal carnívoro que vive aproximadamente cinquenta anos. São conhecidos por este nome pois, durante a fase do acasalamento, estes animais costumam ficar com a área do papo amarelada. Possuem o focinho mais largo de todos os crocodilianos. O nome científico latirostris (nariz largo) vem do latim lati (largo ou amplo) e rostris (nariz ou focinho). Mede em média cerca de 2 metros mas já foram registrados indivíduos excepcionalmente grandes com 3,5 metros. Animais adultos tendem a ser de cor verde-oliva, enquanto os filhotes são mais amarronzados com costas listradas de preto e pontos escuros na cabeça e lateral da mandíbula inferior. Animais velhos são quase negros. A espécie é característica pelo seu focinho curto e largo que tem quase o mesmo comprimento que a largura à altura dos olhos. Machos geralmente possuem maior tamanho corporal e largura craniana. Caracterizam-se por possuírem uma mordida forte, podendo partir o casco de uma tartaruga com extrema facilidade. Estes animais possuem uma alimentação generalizada alimentando-se de moluscos, crustáceos, insetos, peixes, aves, morcegos e até mesmo ungulados e outros répteis.[6] Contudo, o tamanho influencia e por isso jacarés maiores tendem a pegar presas maiores.
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Lago

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Jacaré-de-papo-amarelo

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Insetário

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Aracuã

O aracuã-comum é uma espécie de ave da família Cracidae. Pode ser encontrada nos seguintes países: Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador e Peru. Mede aproximadamente 45 centímetros e pesa em média 615 gramas. As patas são relativamente curtas e amarelas. O bico é preto amarronzado, o dorso marrom-castanho e a barriga cinzenta. No alto do peito apresenta manchas claras em forma de escama. Na longa causa se destacam as penas laterais marrom-avermelhadas. A zona da face é acinzentada e desprovida de penas. Come frutos, sementes, insetos, brotos e folhas, alguns tipos de flores e gramíneas.
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Projeto família casca

O projeto Família Casca oferece estrutura para que os moradores possam participar, disponibilizando um ponto de entrega voluntária para receber resíduos orgânicos e realiza ações de sensibilização com a comunidade, escolas e grupos interessados. A disseminação da importância de reduzir, reutilizar e reciclar os resíduos é um dos objetivos do Família Casca. "O projeto surgiu de uma parceria com a Floram, COMCAP, Eletrobras, Associação Orgânica e UFSC, que disponibilizou bolsistas da área de agronômia", afirma Talita Laura Góes, Técnica em Meio Ambiente e funcionária do Parque Ecológico do Córrego Grande. Entre os benefícios do projeto está a redução de quantidade de lixo enviado aos aterros sanitários e a produção de adubo, feita através do processo de compostagem, que é disponibilizado aos participantes. No Parque Ecológico do Córrego Grande encontra-se o quiosque 2, ponto de entrega voluntária, que recebe óleo de fritura e sobras de comida.
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Caminho do horto

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Araçazeiro

O araçazeiro, cujo fruto é o araçá, é uma árvore ou arvoreta, de copa esparsa, muitas vezes com porte arbustivo, alcançando de 1 a 9 metros de altura. Ocorre naturalmente da Bahia ao Rio Grande do Sul, na Mata Altlântica. Seu tronco é tortuoso e apresenta casca lisa, escamosa, na cor cinza a marrom avermelhada, com ramos pubescentes quando jovens. As folhas são opostas, coriáceas, glabras, simples, inteiras, com forma elíptica a oblonga, e 5 a 10 cm de comprimento. As flores são solitárias, axilares e brancas, com longos estames. O período de florescimento é longo, estendendo-se de junho a dezembro.
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Palmitos juçara

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Entrada trilha alternativa

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Líquen vermelho

Como saber se estamos em um ambiente com ar puro? Hoje é difícil com tanta poluição, de carros, industrias, etc.. mas existe uma ótima maneira de saber se o ambiente esta com condições de respirar sem se contaminar. Os fungos, necessariamente os líquens vermelhos ou rosas são indicadores de ar puro, estas espécies só crescem em ambiente com ar puro , esses fungos crescem nas árvores , mas não causam nenhum dano para a planta. Agora já sabem quando avistarem árvore com líquens vermelhos ou rosas e um bom sinal de ar puro, vamos torcer para encontrarmos bastante na cidade. Os índios falavam que era um sinal mau agouro, que a mata teria sido envenenada para assuntar os bandeirantes os bandeirantes e era bem o contrário, os guaranis fugiam para as matas que possuíam estes sinais de ar puro, vegetação virgem. Esta espécie (Herpothallonrubrocinctum), mais conhecida como líquen rosa (ou vermelho, como todas as variedades de líquens, é formada por uma associação mutualística (onde ambos os envolvidos se beneficiam) entre uma alga e um fungo. Tal associação é importante uma vez que, isoladamente, nenhuma das espécies sobreviveria. Nesta relação, a alga é o organismo fotossintetizante (obtém energia da luz solar) e o fungo oferece proteção e umidade necessária à alga.
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Garapuvu

O tombamento do garapuvu como árvore símbolo de Florianópolis, em 1992, foi uma espécie de tributo a sua importância histórica e floração, e foi utilizada na construção de canoas artesanais em boa parte do litoral brasileiro O guapuruvu (nome científico: Schizolobium parahyba) é uma árvore da família das fabáceas, notável pela sua velocidade de crescimento que pode atingir 3 metros por ano. A árvore é também conhecida como guarapuvu, garapuvu, guapiruvu, garapivu, guaburuvu, vapirubu, ficheira, bacurubu, badarra, bacuruva, birosca, faveira, pau-de-vintém, pataqueira, pau-de-tamanco ou umbela. Foi inicialmente descrita por J. M. C. Vellozo em 1825 sob o nome de Cassia parahyba.
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Jardim de mel

Os meliponíneos, popularmente chamados de abelhas sem ferrão, abelhas nativas ou abelhas indígenas, são abelhas que vivem em colônias e se caracterizam por apresentar o aparelho ferroador atrofiado. Existem no Brasil aproximadamente 300 espécies de abelhas sem ferrão e, em Santa Catarina, ocorrem naturalmente cerca de 30 delas, sendo as mais conhecidas a jataí, mandaçaia, canudo, guaraipo, manduri, bugia e as mirins. Importância das abelhas sem ferrão A criação de abelhas sem ferrão, ou meliponicultura, vem se tornando uma atividade importante na formação da renda de milhares de famílias catarinenses. A manutenção e multiplicação das abelhas sem ferrão devem estar focadas na necessidade do restabelecimento e manutenção populacional, em seu habitat natural como agentes polinizadores. A grande maioria das espécies de plantas nativas depende da polinização feita por abelhas, também navas, para sua perpetuação, tornando-as interdependentes umas das outras. Tribos dos meliponíneos Os meliponíneos estão divididos em duas tribos: Meliponini, formada apenas pelo gênero Melipona, e Trigonini que agrupa vários outros gêneros.
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Hotel de insetos

A instalação de hotéis de insetos pode contribuir para conservar a biodiversidade local e promover o aparecimento de insetos benéficos em zonas urbanas. O hotel de insetos pode contribuir para o aumento da diversidade de insetos, permitindo também observar de perto abelhas solitárias, joaninhas, borboletas, crisopas, moscas-das-flores, etc.. Para além disso, um hotel de insetos oferece um local para hibernação durante o inverno e um local de reprodução durante o verão. Geralmente os hotéis de insetos são criados para atrair insetos polinizadores e insetos auxiliares. Se o local tiver uma horta, irá ser beneficiada com a presença destes seres vivos, já que insetos como as abelhas-solitárias e borboletas irão polinizar as plantas existentes na horta, e insetos como a joaninha e crisopas irão contribuir para o controlo biológico de pragas, ao se alimentarem de afídios que são prejudiciais às plantas.

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